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domingo, 24 de abril de 2011

No Interior do Brasil


Estou em pleno interior do Brasil,refletindo,tentando ganhar dinheiro com a evolução da cana-de açúcar.A vida aqui é muito tranquila,estou em uma cidade de aproximadamente 5.000 habitantes,especificamente em Pirajuba ,no cerrado mineiro.Mas fiquei sabendo por um amigo meu de Brasília agora no faceboock, que deu no jornal de Brasília que Pirajuba desmatou 93 por cento de sua área em função da cana. Sabe? Aqui todo mundo...Desde vigilantes da usina ,até pessoas que trabalham em escritórios da própria usina, ou de agricultores ligados a ao plantio da cana-de-açúcar,todos tem carro, e carros bons.Em outras palavras ,aqui a grana corre.Mas aqui estou eu...um jornalista tentando aproximar a cultura da cana, ao metiê das pessoas urbanas, que nunca ouviram falar como vive um sertanejo.E olhem que eu não tenho um carro novo.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Ofertas De Pescaria


Clique na foto para ampliar---

Você escolhe ou é Escolhido ?



Recebi este email de uma amiga minha e achei interessante ,por isto resolvi postar no blog.Leia quem sabe você ganhará o Oscar do amor.

Você escolhe ou é escolhido?


:: Rosana Braga ::

Que a vida é feita de escolhas, não resta dúvida. Escolhemos a todo o momento, seja consciente ou inconscientemente. Inclusive, até a decisão, também consciente ou não, de não escolher, é uma escolha. E algumas vezes, uma das mais perigosas!

Acontece que, por falta de autoconhecimento ou até mesmo por medo de descobrir que o momento é de espera e de não saber lidar com a ansiedade que esta expectativa provoca, muitas pessoas se deixam escolher e depois simplesmente se lamentam pelas conseqüências, como se nada pudessem ter feito.

Quando se trata de relacionamentos amorosos, a preferência por se deixar escolher é mais frequente do que imaginamos. Talvez seja a razão por que tantas pessoas se dão conta, depois de algum tempo, do quanto poderiam ter evitado algumas catástrofes emocionais, se tivessem sido mais imperativos no momento da escolha, se tivessem dado ouvidos à sua intuição ou aos sinais que a vida mandou... Porque ela sempre manda!

Sim, é verdade que existe um dito popular avisando que "quem muito escolhe acaba escolhido". Entretanto, o lembrete serve para nos alertar sobre o excesso de críticas, o orgulho exagerado ou a análise que paralisa, que impede a tomada de decisão.

Ou seja, o ideal é aprender a calibrar o coração para que não haja nem negligência no ato de decidir se é hora de exercitar o amor ou de esperar, nem um medo sem sentido de tentar de novo. Pessoas carentes demais, que aceitam qualquer relacionamento para aplacar seu pavor de ficar só e ter de encarar a si mesmo e suas limitações, certamente, vão terminar e começar relações sem se questionarem qual o aprendizado, qual o amadurecimento para um futuro encontro que seja mais satisfatório e harmonioso.

Por outro lado, pessoas críticas demais, orgulhosas demais ou que morrem de medo de se entregar a uma relação e vir a sofrer, também pagarão um preço alto, muitas vezes amargando a solidão e se privando da alegria e do privilégio de vivenciar o amor.

Minha sugestão é para que você, em primeiro lugar, tenha muito claro para si o que realmente deseja viver quando o assunto é amor. O que tem para oferecer? Quanto se sente preparado para lidar com as dificuldades que vêm à tona num relacionamento, sejam elas ciúme, insegurança, falta de auto-estima, ausência do outro, diferenças de ritmo, etc.? Quanto já aprimorou sua habilidade de se comunicar, de falar sobre o que sente, o que quer e, principalmente, de ouvir o outro e tentar uma conciliação sempre que necessário?

Depois, com um mínimo de autoconhecimento, sugiro que você se questione e reflita sobre sua noção de merecimento e crenças. Quanto você realmente acredita que merece viver um amor baseado na confiança, na lealdade e na intensidade? Quanto você realmente acredita que possa existir um amor assim? Pode apostar: se você não acredita nesta possibilidade, dificilmente vai viver uma relação que valha a pena, simplesmente porque esta opção não faz parte do seu universo, do seu campo de visão.

E, por último, mais do que ansioso ou distraído, mantenha-se tranqüilo e seguro de que o amor acontecerá no momento certo. Nem antes e nem depois. Não é preciso que você busque desesperadamente. Apenas viva a partir do que existe de melhor em você e permaneça presente, atento ao que acontece ao seu redor. E todo o universo estará conspirando a seu favor, porque, afinal de contas, nascemos para amar e sermos amados.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Crianças e Adultos Pescam com facilidade



A PESCA BRASIL tem iscas especiais que facilitam a pesca de crianças e adultos.É facílimo pescar com estas iscas.Os peixes vem mesmo!!Você pode pedir pelo email: pescabrasilnet@gmail.com , ou então pelo fone 34/3332/0259 . A PESCA BRASIL tem sua sede em Uberaba ,Minas Geraes,á rua Major Eustáquio 80-loja 14. Com artigos para pesca que vão desde chumbada,passando por repelentes,molinetes,e até barcos inflavéis.O que torna a PESCA BRASIL líder em componentes para pesca e mergulho.PESCA BRASIL.

domingo, 10 de abril de 2011

Djavan - Para Raio




Djavan como sempre excepcional,"Quem manda na chuva é o vento" linda canção(Para Raio). Filmada no parque Guel ,em Barcelona. Ele transforma esse lugar num ponto mais gostoso de se ficar.Unindo beleza estética e Harmonia dos sons num só local .Só mesmo um dos maiores artistas Brasileiros para dar esse tom.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Sinfonia de Cristo (Artigo)



ARTIGO 1
A DOR DO JAPÃO, A DOR DOS JUDEUS E A GRANDE SINFONIA DE CRISTO NA TERRA
A História de humanidade é uma sucessão de fatos e situações ao longo dos séculos que se definem como uma técnica musical.
Quando os filósofos gregos iniciaram a elaboração da teoria musical combinando sons e o silêncio, Pitágoras era um que acreditava que a música e a matemática formavam a chave para os segredos do mundo, que o universo cantava.
Os filósofos gregos já sabiam (sem saber!...) que apenas obedeciam, as regras de Cristo, repetindo na arte o comando maior de um sistema já estabelecido e aplicado em todas as instâncias da vida terrena.
Quem conhece música sabe. Primeiro a combinação de sons, afinação e muita lógica na construção de estilos e variações. Sem estes elementos básicos, não se consegue fazer música, seja qualquer estilo.
A música respeita suas manifestações. Na erudita,quando, em uma sinfonia, o piano toca, o violino silencia. É um instrumento que toca e o outro espera e responde. Um som respeita o outro. E, em harmonia, num perfeito contraponto ou fuga barroca, unidos numa perfeita combinação de preservação do som de cada um. O jazz clássico também é prova disto.
Mesmo na elaboração de qualquer outro estilo de música, quando um instrumento toca, o outro acompanha no mesmo acorde e ritmo. Instrumentos diferenciados e em harmonia como complemento em arranjos simples. Quem tem ouvidos sabe.
São regras matemáticas na evolução e composição de sons que, caso não sigam estes elementos básicos, provocam expressões desarticuladas que irão refletir numa desordem e uma finalização desastrosa desta arte milenar.
Assim como é expresso na música, a vida terrena também segue sua teoria de respeito, harmonia e lógica. A vida também responde quando um movimento se expressa.
Os judeus crucificaram Cristo. Os alemães crucificaram os judeus.
Os japoneses crucificaram os americanos. Os americanos crucificaram os japoneses. Os japoneses crucificaram novamente os americanos na guerra econômica...
E os americanos tentam crucificar os países emergentes ou de terceiro mundo.
E estes países crucificam seus povos. E seus povos crucificam seus semelhantes.
O homem destrói a natureza. A natureza destrói o homem.

Isto é matemática. Isto é lógica. Isto é resposta a qualquer movimento.
Isto é música e Pitágoras tem razão, pois o Universo canta a resposta para todos os segredos do mundo.
Na sinfonia de Cristo, ação gera reação. Movimento gera movimento. É lógica, é matemática, é música.
E o que assistimos hoje nesta grande sinfonia terrena é a dor do Japão contida no ódio e raiva histórica. A dor dos Judeus na espera de um novo Cristo para apaziguar suas consciências. A empáfia do americano em ser dono do Mundo. A inércia africana. O deboche dos países emergentes. O descaso dos Ingleses. A guerra Santa orgulhosa. A busca desenfreada do poder econômico. As relações afetivas em decadência.
E isto tudo dentro de uma lógica e harmonia inquestionável que Cristo determinou como movimento terreno. Mas que, infelizmente, é tocado pelas mãos humanas que ainda não entenderam como realmente se faz uma música.
Por isto podemos afirmar, amar ao próximo como a ti mesmo, regra básica da música de Cristo, é muito mais uma questão de inteligência do que crença. Pois, se hoje, o homem conseguisse combinar o som dos movimentos em uma resposta positiva e apoiados nesta premissa, estaríamos inteligentemente melhores e vivendo em um mundo mais digno e feliz.
É hora então de realmente entendermos a sinfonia positiva de Cristo e com inteligência combinarmos sons e movimentos com o silêncio da consciência tranqüila.
Que assim seja
Lenice Sivieri Varanda
Lenice é uma grande amiga minha,e resolvi publicar seu artigo no blog,pois achei muito interessante.

De Anzóis a Barcos A PESCABRASIL tem o melhor pra você


Email: pescabrasilnet@gmail.com
Fone 34-3332-0259
Rua Major Eustáquio 80-loja 14- Uberaba- Minas

Bancos Públicos emprestam dinheiro para desmatamento






Desmatamento: MPF processa BB e Basa
Por terem concedido financiamentos com dinheiro público a fazendas com irregularidades ambientais e trabalhistas no Pará, o Banco do Brasil e o Banco da Amazônia terão que responder ações civis públicas ajuizadas pelo Ministério Público Federal.

Nas ações, que serão apreciadas pela 9ª Vara da Justiça Federal em Belém, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) também é réu por ineficiência no controle e cadastramento dos imóveis rurais na região.

O MPF detectou a concessão de empréstimos que descumpriram a Constituição, leis ambientais e regulamentos do Banco Central e do Conselho Monetário Nacional (CMN), além de acordos internacionais dos quais o Brasil é signatário.

Segundo o MPF, dinheiro público de vários Fundos Constitucionais estão sendo usados para financiar diretamente o desmatamento na região amazônica em decorrência do descontrole do Incra e das instituições financeiras.

A regra do CMN determina aos bancos oficiais ou privados que só liberem financiamento para atividades agropecuárias no bioma Amazônia com apresentação do Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR), de Licença Ambiental e ausência de embargos por desmatamento ilegal. Essas exigências não não são feitas na prática.

Dados públicos do Banco Central obtidos pelo MPF demonstram que as instituições financeiras emprestaram mais de R$ 90 bilhões para atividades rurais na Amazônia Legal, entre 1995 e 2009. Desse total, mais de 92% vem de bancos públicos.

O Banco do Brasil liberou 52,3% dos créditos, o equivalente a R$ 47 bilhões. O Basa aparece em segundo lugar, financiando 15% do total e injetando R$ 13 bilhões na Amazônia Legal nos 15 anos examinados. Juntos, respondem por 67,3% dos empréstimos rurais na região.

O Banco do Brasil e o Basa administram os fundos constitucionais do Centro-Oeste (FCO) e do Norte (FNO), respectivamente. Além deles, parte do dinheiro público para a atividade rural na região amazônica vem do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e do Orçamento Geral da União (OGU), de onde o Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES) tira recursos para financiar produção agropecuária.

A investigação do MPF, feita por amostragem apenas nos dez municípios paraenses campeões de desmatamento dos últimos anos, encontrou 55 empréstimos a fazendas com diversas irregularidades ambientais e até casos de trabalho escravo, a que o Banco do Brasil emprestou um total de R$ 8 milhões. O Basa liberou mais de R$ 18 milhões (37 empréstimos) para fazendas com os mesmos tipos de problemas.

As irregularidades foram encontradas com o cruzamento de dados públicos das Cédulas de Crédito Rural, registradas em cartório, com informações também públicas dos sistemas da Secretaria de Meio Ambiente do Pará, Incra, Ministério do Trabalho e Emprego e Ibama. O MPF assegura que tem provas do descontrole das instituições financeiras sobre o dinheiro que estão injetando na região amazônica.

Provas como as coletadas na operação Saturnus, que em 2009 desarticulou uma quadrilha que fraudou recursos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e do FNO em mais de R$ 17 milhões. Inúmeras investigações da Controladoria Geral da União também apontam irregularidades na gestão dos financiamentos rurais na Amazônia.

Para o MPF, a descoberta de financiamentos irregulares demonstra que o problema é generalizado e comprova estudos de pesquisadores independentes, do Tribunal de Contas da União e do Ministério do Meio Ambiente que estabelecem relação direta entre o empréstimo de dinheiro público e o crescimento no desmatamento da Amazônia.

Os processos, assinados por nove procuradores da República que atuam no Pará, podem ter como consequência, caso acolhidos pela Justiça, no pagamento pelos bancos de indenizações por danos à coletividade e até mudanças substanciais na política de financiamento da atividade rural na Amazônia.

Entre os pedidos dos procuradores está o de fazer com que o Basa e Banco do Brasil invertam suas prioridades, deixando de emprestar dinheiro para produtores irregulares, implementem política de juros reduzida para produtores de municípios ambientalmente responsáveis e incentivem o licenciamento ambiental das propriedades.

O Incra pode ser obrigado a emitir o Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR) e manter um banco de dados atualizado sobre a situação fundiária da região, obrigação que já existe em lei desde 1972 mas nunca foi cumprida pelo Instituto. Em todo o estado, até 2010 o Incra havia emitido o certificado para apenas 78 propriedades privadas.

O MPF pede que os dois bancos sejam obrigados a realizar auditorias internas para aferir o tamanho do desmatamento que causaram, examinando todos os financiamentos de atividade rural no Pará a partir de julho de 2008. A data marca a entrada em vigor de uma norma do Conselho Monetário Nacional (CMN) que, segundo a investigação do MPF, vem sendo descumprida sistematicamente.

Terra